3/29/2009

Te conhecer - Toque no Altar


(Apesar de saber que esses posts não rendem muitos comentários, eu gosto de postar o que estou sentindo, o que tenho vontade. E senti vontade de postar essa música, só. =D)


Tudo que eu quero está em Ti
Toda minha vida eu Te entrego
Pois não há outro além de Ti

Tudo que eu possa conquistar
Não se compara à Tua presença
Nem ao prazer de Te adorar

Dias vem, dias vão
E em meu coração
Só aumenta o desejo de Te encontrar

Agradecido eu sou
Pelo que já recebi
Mas não estou satisfeito
Eu quero mais

Te conhecer e prosseguir em Te conhecer
Este é o alvo da minha vida, Senhor!
Te conhecer e prosseguir em Te conhecer
É tudo que eu quero pra minha vida, Senhor!

Eu quero Te ver como nunca Te vi
Tocar- Te e sentir Tuas mãos me tocar
Podes fazer em mim o que tens que fazer
Quero ser segundo o Seu coração...

=]

Tu és o alvo da minha vida, Jesus!!!!!!! s2

3/25/2009

Diferente- Laís Schwarz


Será que isso tudo é um erro?
Daqueles que a gente arrepende depois?
Daqueles que a gente quer fugir mas não dá conta?
Daqueles erros, que jamais saberíamos que são erros se não tivéssemos tentado?


Apesar do sentimento de culpa
Não faço idéia de como minha vida estaria acontecendo
Sem você ao meu lado,
Seria vazia.


Porque depois que você chegou, preencheu um vazio
E há tantas diferenças entre nós
Mas o valor do respeito
É medido por nossas atitudes


Dizer o que sinto em ter-lhe tão perto e tão longe
É sublime, vazio. Talvez cheio demais.


Você me faz bem.


Me faz muito bem.


Me faz gargalhar,
Me faz acreditar,
Naquilo que sou
E não sabia.


Porque eu aprendi a gostar do seu jeito
Seu perfume
Seus trejeitos

Eu já conheço seu sorriso.


Eu já conheço você.


Já me acostumei com o timbre da sua voz,
E ele entra em mim doce
E dolorido.


Gostaria muito que certas coisas fossem diferentes.
Gostaria muito que isso não fosse errado.
Que fosse certo, que fosse nosso. Só nosso.


Puro, natural, cheio de paz.

Gostaria que essa dor passasse.
Ela só passa com seu sorriso.
Mas depois
Quando ele se despedaça
A dor volta

Domina meus sentidos

Dor.

Eu, que sempre apaguei lembranças tão rápido
Elas parecem estar se vingando,
Brincando comigo.
Usando você.


Não tenho o que dizer
Só queria que tudo fosse diferente!
Porque só assim, poderia lhe olhar sem receio,


Poderia lhe tocar, lhe sentir. Sem medo. Apenas sentir.


Assim eu poderia ouvir você respirar.
Sem precisar fingir que não ligo.
Sem precisar mentir.
Mas as coisas não são diferentes

E eu aprendi a fingir
Aprendi a fugir.
De você, do seu cheiro, da sua voz...
Mas não da dor.


Justo agora.

Completamente perdida.

3/16/2009


Saber as leis não é conhecer-lhes as palavras, porém sua força e poder.

Celso

2/23/2009

Poesia para o dia - Laís Schwarz (EU! =P)




O bom mesmo é fazer poesia para o dia
Para o que aparentemente é normal
Para o insano, o contente, o simples
Bom mesmo é fazer poesia sobre a vida

Sobre as pessoas que passam por nós a cada novo dia
Sobre as nuvens que vivem mudando de lugar no céu azul
Sobre a música que nos traz um sentimento novo cada vez que é ouvida
Sobre o vento que não tem medo de bagunçar nosso cabelo

Bom mesmo é fazer poesia sobre o sorriso, sobre o choro, sobre sonhos
Bom mesmo é falar sobre a birra da criança
Bom mesmo é falar sobre a macarronada quentinha
Sobre a Coca-Cola no fim de semana

Não sei o porquê de as pessoas viverem fazendo poesia sobre nostalgia
Quando cada simples ato esconde milhares de segredos
Quando cada simples beijo esconde turbilhões de desejos

É tão mais bonito falar sobre as flores
Falar sobre as árvores
Falar sobre os pés, as mãos, os cabelos, as bocas
É tão mais bonito falar sobre buscas

Poesia montada
Poesia contada
Não exala sentimento
É poesia jogada fora

O bom mesmo é aquela poesia que fala com você
Que escorre pelos seus olhos
A poesia que é construída com experiências reais de vida
A poesia que você conhece, melhor do que o próprio poeta

Muito melhor é falar dos filhos, dos netos, dos pais
Do que dos amores do poeta que eu nunca conhecerei
Muito melhor é falar sobre o sol, a lua, o mar
Do que dos gostos exauridos de um poeta perdido

Porque poeta não é quem poetiza as palavras
Poeta é quem poetiza a vida.

2/20/2009

A Azia Presidencial

O Diretor-Executivo de Jornalismo da Central Globo de Jornalismo, Ali Kamel enviou o seguinte comentário à revista piauí sobre a reportagem "Azia, ou o dia da caça" (piauí_28, janeiro 2009) em que o Presidente Lula discorre sobre o fato de a imprensa lhe causar azia:

"Na reportagem 'Azia, ou o dia da caça', o presidente Lula diz ter um ressentimento profundo em relação a cobertura das eleições de 2006 realizada pela TV Globo. O autor da matéria assim interpretou as razões desse ressentimento: 'Na véspera do primeiro turno, o Jornal Nacional exibiu imagen de montes de dinheiro apreendidos pela Polícia Federal, com petistas que tentavam compre um dossiê falso contra José Serra. No governo e no PT, atribui-se a necessidade do segundo turno a essa reportagem.'
Se as fotos são motivo, a TV Globo lamenta o ressentimento do presidente, mas se orgulha da cobertura que fez. Divulgar aquelas fotos era uma obrigação jornalística que a Globo cumpriu segundo todos os preceitos éticos. As mesmas fotos, com igual destaque, foram também divulgadas pelos telejornais concorrentes, no mesmo dia, em ediçòes que antecederam ao Jornal Nacional. Também a imprensa escrita deu enorme destaque äs fotos em suas primeiras páginas.
Numa campanha eleitoral acidentada pode ser desagradácel ver publicadas as fotos de maços de dinheiro usados atabalhoadamente por correligionários que, contra a vontade do candidato, tentam métodos heteódoxos para vencer. Pode dar azia. Mas a imprensa não é correligionária. Ela não é amiga. Não pode ser. A ela cabe apenas noticiar, sem se importar minimamente com o efeito eleitoraldas notícias nas diversas campanhas. A imprensa de qualidade age assim. Sempre. E não perde o sono, não sente azia, não guarda ressentimentos.
No fim, o povo, bem informado, decide e forma opinião livremente, num ritual em que uma eleição pode ir além de um primeiro turno, levada pelos fatos e pelas notícias, mas nunca pelos menageiros, pelos veículos. Estes, ao continuar noticiando e ao dar a todos o direito de falar, de explicar e de debater, propiciam que vença aquele que melhor convence, muitas vezes uma vitória larga a ponto de curar azia.
Depois de tantos anos, o que causa surpresa é uma abiguidade do presidente: quando, em solenidades públicas cujo tema é a imprensa, faz elogios protocolares ao pael do jornalismo, mas fala mal dele sempre que os fatos noticiados não sÃo do seu agrado. Tal comportamento pode levar à interpretação de que o presidente teria gostoi por uma imprensa dócil, numa época em que todo democrata, como ele, sabe que o papel da imprensa não é nem ser dócil nem ser hostil, mas veraz."

Precisa dizer mais alguma coisa?

2/14/2009

Para viver um grande amor- Vinícius de Moraes


Para viver um grande amor, preciso é muita concentração e muito siso, muita seriedade e pouco riso — para viver um grande amor.


Para viver um grande amor, mister é ser um homem de uma só mulher; pois ser de muitas, poxa! é de colher... — não tem nenhum valor.


Para viver um grande amor, primeiro é preciso sagrar-se cavalheiro e ser de sua dama por inteiro — seja lá como for. Há que fazer do corpo uma morada onde clausure-se a mulher amada e postar-se de fora com uma espada — para viver um grande amor.


Para viver um grande amor, vos digo, é preciso atenção como o "velho amigo", que porque é só vos quer sempre consigo para iludir o grande amor. É preciso muitíssimo cuidado com quem quer que não esteja apaixonado, pois quem não está, está sempre preparado pra chatear o grande amor.


Para viver um amor, na realidade, há que compenetrar-se da verdade de que não existe amor sem fidelidade — para viver um grande amor. Pois quem trai seu amor por vanidade é um desconhecedor da liberdade, dessa imensa, indizível liberdade que traz um só amor.


Para viver um grande amor, il faut além de fiel, ser bem conhecedor de arte culinária e de judô — para viver um grande amor.


Para viver um grande amor perfeito, não basta ser apenas bom sujeito; é preciso também ter muito peito — peito de remador. É preciso olhar sempre a bem-amada como a sua primeira namorada e sua viúva também, amortalhada no seu finado amor.


É muito necessário ter em vista um crédito de rosas no florista — muito mais, muito mais que na modista! — para aprazer ao grande amor. Pois do que o grande amor quer saber mesmo, é de amor, é de amor, de amor a esmo; depois, um tutuzinho com torresmo conta ponto a favor...


Conta ponto saber fazer coisinhas: ovos mexidos, camarões, sopinhas, molhos, strogonoffs — comidinhas para depois do amor. E o que há de melhor que ir pra cozinha e preparar com amor uma galinha com uma rica e gostosa farofinha, para o seu grande amor?


"Para viver um grande amor é muito, muito importante viver sempre junto e até ser, se possível, um só defunto — pra não morrer de dor. É preciso um cuidado permanente não só com o corpo mas também com a mente, pois qualquer "baixo" seu, a amada sente — e esfria um pouco o amor.


Há que ser bem cortês sem cortesia; doce e conciliador sem covardia; saber ganhar dinheiro com poesia — para viver um grande amor.


É preciso saber tomar uísque (com o mau bebedor nunca se arrisque!) e ser impermeável ao diz-que-diz-que — que não quer nada com o amor.


Mas tudo isso não adianta nada, se nesta selva oscura e desvairada não se souber achar a bem-amada — para viver um grande amor."


2/05/2009

Via Láctea- Olavo Bilac [XIII]


"'Ora (direis) ouvir estrelas! Certo

Perdeste o senso!' E eu vos direi, no entanto,

Que, para ouvi-las, muita vez desperto

E abro as janelas, pálido de espanto...


E conversamos toda noite, enquanto

A Via Láctea, como um pálido aberto,

Cintila. E, ao vir do sol, saudoso e em pranto,

Inda as procuro pelo céu deserto.


Direis agora: 'Tresloucado amigo!

Que conversa com elas? Que sentido

Tem o que dizem, quando estão contigo?'


E eu vos direi: 'Amai para entendê-las

Pois só quem ama pode ter ouvido

Capaz de ouvir e de entender estrelas.'"

2/03/2009

Primeiro dia de aula


Como deixaria de narrar aqui meu primeiro dia de aula? Descartando o fato de eu morar a exatamente 2 horas da minha faculdade, o resto está ok.
Saí de Campo Verde às 4 horas da tarde. Arrumadinha, com uma bolsa enorme no braço, um travesseiro maior ainda e minha disposição. Entrei no ônibus, nenhum rosto conhecido, até então. Quando enfim, o ônibus pára na frente do Supermercado Ponto Sul, vejo entrar no ônibus uma quantida imensurável de gente [isso porque ainda não começaram as aulas em todas as faculdades, apenas na UNIC.] Pessoas que eu não conversava havia anos. Todos ali. Conversamos, rimos. Saímos de Campo Verde. Ouço no fundo uma música sertaneja, que começa a ficar mais e mais alta. Quando olho para frente, na televisão está passando o show de uma dupla sertaneja, que por mais que eu tente lembrar o nome fica difícil. O som vai aumentando, a um ponto impossível de se aguentar. Olho pro lado, a estrada passando. Resolvi tomar o remédio, antes que começasse a ficar enjoada e vomitar na galera. Tomei sem água, indisposição total para buscar a água lá no fim do corredor. Resultado: Remédio entalado no meio da garganta, daqueles que você fica sentindo durante horas.
Coloquei meu mp4 nos ouvidos. MP4 estragado. Peguei o MP3 reserva, à pilha, com pouca música, graças à minha tia que o comprou pra mim. Serviu pra alguma coisa. Pra muita coisa.
No meio do caminho o cara grita: - Uma carreta derrapou na estrada! Tão tirando o petróleo da pista.
Dei aquela olhadinha pra um veterano de ônibus, que respondeu com um largo sorriso:
-Ih! Relaxa que isso é normal.

Graças a Deus, quando passamos pelo local do derrapamento o petróleo não estava mais lá e a pista estava liberada, não nos atrasamos. Chegamos 6:50 na faculdade. Eu estava perdida, as meninas me acompanharam, dizendo: Tá vendo? Aquele ali é o nosso bloco! O bloco de Direito.
[aquela leve vaidade da um pulo em mim] Leve, hein!

Cheguei na sala, aquele gelo. Não apenas o gelo do ar condicionado, mas principalmente aquele gelo, ahn... como eu posso dizer? Gelo emocional. Daqueles que só existe no primeiro dia. Olhei para uma senhora na minha frente, loira, bem maquiada. Dei um leve sorriso. Nada em troca. Professor entra na sala. Fala sobre coisas que até agora eu não consego me lembrar o que eram. Na verdade me lembro até o momento em que ele nos lembra sobre o que irá falar no decorrer do semestre. Depois ele começa a falar de provas, notas, faltas.

Mas uma das coisas mais interessantes, é o meu ima para atrair colegas indesejáveis em sala de aula. O cara com a maior pinta de bêbado, sentado no meio da sala. Já tinha atrapalhado a aula outras vezes, com perguntinhas toscas, daquelas que te faz pensar: O que estou fazendo aqui?- ou talvez, - o que ele está fazendo aqui? Numa faculdade?
Mas enfim, o cara começa a perguntar sobre antecedentes criminais. Perguntou se uma pessoa que vai prestar exame da OAB pode ter antecedentes criminais, mesmo que cumpridos. Pasmem, tremi.

Intervalo, desci pra comer alguma coisa. Sentei num banco, no canto. Sozinha. Abri o livro que estou lendo: Crespúsculo. Exatamente quando Edward sai ao sol. Estonteante de tanto brilho. Comi meu lanche. Subi. Professora de Linguagem Forense. Apresenta sua matéria, e sobre o que estará falando no decorrer do ano. PALAVRA CHAVE: COMUNICAÇÃO.

Saudades.

Ela olha pra mim e diz: Comunicação é tudo.

E a saudade? Fiquei com vontade de, sei lá, perguntar se estudaríamos Berlo, DeFleur. E, exatamente, quando estava pensando nisso, ela vira novamente [mereço?] pra mim e diz:
- Estudaremos, Teoria da Comunicação!

Fiquei tão feliz. Sabe aquela felicidade de se sentir novamente em casa? Sentir confortável? Afinal, eu já conhecia o território não precisava ter medo.

Mas a saudade foi tão infiel. Tantas coisas passaram pela minha cabeça, que quando asssustei já era hora de ir. Nos encontramos na frente da faculdade e ali estava o pessoal. Entrei no ônibus. Havia um menino que mesmo quando todas as luzes apagaram, insistia em não calar a boca. Queria conversar, com a voz no volume mais alto, estéreo e com direito a Home Theater.

Tirei um cochilo de 1 hora. Quando vi já havíamos chegado. Voltamos por outro caminho, mais curto.

Meia noite e meia. Comi, assisti tv [enquanto comia], li a Bíblia, orei e dormi.

E hoje estou aqui, correndo atrás de IED e Linguagem Forense. Agora, não mais por vaidade, por necessidade, talvez.



P.S: Tentei de todas as formas incluir nesse texto algo sobre a entrevista que Lula prestou à revista Piauí, dizendo que a imprensa lhe dá náuseas. Mas a entrevista foi tão elevada, que jamais caberia em um texto tão infantil e sem conhecimento de um primeiro dia de aula.

Poupe-me.

12/28/2008

Feliz Ontem Novo


Domingo a tarde. Dia chuvoso, frio. Cansei de tocar violão, meus dedos estão completamente feridos.
Eu estava aqui pensando, como minha vida é uma loucura. Todo dia, uma novidade. A verdade, é que estou cansada de ficar em casa, queria mesmo é estar estudando. A verdade, é que eu gosto de ter minhas coisas, meus cadernos, meus livros. Meus textos [acho que vou sentir falta de Jornalismo]. O mais interessante, é que minhas aulas começam daqui um mês e alguns dias.

Mas sabe, não sei ao certo o motivo de eu estar escrevendo nesse blog hoje. Hoje não é um dia com marcação no calendário, não é Natal, nem Ano Novo. Mas foi um dia legal. Me senti bem comigo mesma.

E, enquanto eu estava assistindo a Retrospectiva 2008 que a Globo repassou na Globonews eu percebi quantas bárbaries aconteceram no mundo, esse ano. Quanta morte, quanta fome, quanta chuva! Quanta tristeza, alegrias. Quanto esporte, lutas. Quatas medalhas! Quantas derrotas. Sabe, o mundo é meio parecido com a minha vida, cheio de novidades! A diferença é que pra se ser uma novidade no mundo é necessário possuir grandeza na notícia, fazer algo grande. Na minha vida não, na minha vida basta possuir detalhes.

Relembrar o quanto aprendi com os sorrisos, as lágrimas. Relembrar, o quanto cada amigo por mais longe que esteja, agora, marcou minha vida com seu timbre de voz. Relembrar que cada professor que passou por mim, ensinou mais do que ler, escrever, contar ou raciocinar, eles me ensinaram a conviver com cada um, independente da idade, do estilo de vida, da sabedoria, das características...

Pensar que sei lá, às vezes o céu fica nublado, como hoje, não para nos entristecer ou para dormirmos... Mas para refletirmos.

E se o ontem formou cada detalhe do que eu sou hoje, viverei mais dele. E construirei mais 'ontens' cheios de lembranças.

Se parássemos para pensar na importância de cada dia, no valor de cada abraço, no poder de cada amigo, cada sorriso, estaríamos mais preparados para os dias nublados. Se tivéssemos uma pequena noção de que nada, mas nada mesmo, foi em vão então, ao chegarmos no fim da vida, perceberíamos que vivemos uma vida cheia de erros, mas com uma alegria grandiosa, porque só com muitos erros, os acertos são enxergados e valorizados.

Sei lá, hoje percebi o quanto é muito mais valioso o que sentimos de verdade, do que o que dizem que devemos sentir. Percebi o quanto é muito mais importante termos nossa opinião formada, do que vivermos nos apegando a opiniões alheias, o importante mesmo é ser você! Com suas idéias, com seus momentos... Muito mais importante do que a ciência são os fatos que o coração descobriu.

Que ao pensar sobre o ano que vai começar, que você pense menos no que pode se tornar e mais no que você já se tornou. Lembre dos amigos que te apertaram contra os braços, que dançaram com você, que beberam, riram, se divertiram com você. Que você perceba o quanto cresceu de uns anos pra cá, quantas palavras novas você já descobriu, quantas comidas você já provou, quantos presentes já ganhou. Que você seja grato pelo que as pessoas ter feito por você, pelo que elas tentam fazer, mesmo que falhem às vezes. Que você enxergue como a tolerância o ajudou a chegar mais longe, e o quanto a ignorância te impediu de fazer novos amigos, conhecer novas culturas.

E que o seu futuro, seja repleto de ontens. Ontens com erros, com tropeços... Mas ontens cheios de recomeços!

É isso que desejo, de verdade!

Que você tenha um feliz ontem novo!

Cheio de novidades, não como as do mundo... mas como as da vida!

12/23/2008

Feliz Natal!


É, o Natal chegou!


Que tempo bom, né? Fala sério! =] Amigo secreto, aquela janta maravilhosa, sorrisos, abraços, beijos... presentes! Ah... sem contar naquela sobremesa de bombom que só a minha mãe sabe fazer!


Gosto tanto dessa época sabe? Mesmo sabendo que o nascimento de Jesus não foi exatamente no fim do ano, mas foi lá por abril. Mas sei lá sabe? Ele consegue, mesmo sem ter nascido nessa data, fazer-nos sentir tão bem. Sentir uma paz, um sentimento de unidade!


Bom, eu estou muito feliz porque finalmente o Natal chegou! To sabendo que minha mãe vai me dar a Gabriella, o Troy e a Sharpay... A minha vó vai dar o Chad e a Taylor... O Paulinho e a Renata vão dar a Gabriella do 2, e a Sharpay do 1. Hahaha! Nesse Natal só vai dar High School.


Ah! O Rafael me arrumou dois gatinhos de presente de Natal! =/ O duro é que os gatinhos nem os olhos abriram ainda, e eu estou aqui, com uma mamadeira para filhotes e com leite para filhotes... Aliás, acho que eles estão com fome!

Na verdade quando eu vi os gatinhos eu não queria, porque aqui em casa já tem 2 gatos, 2 cachorros, 4 peixes e 1 hamster. Mas eu sou mole pra essas coisas, e por ver que os bichinhos tinham sido abandonados resolvi que iria cuidar deles até eles aprenderem a comer sozinhos e iria achar dono! E num é que achei??? Ainda bem! Tadinhos! Mas são tão bonitinhos. Já até chorei. Poxa! A pessoa que jogou podia esperar pelo menos o bichinho desmamar pra jogar por aí. E o Sr Rafael ainda vem avisar logo eu!!!!! Ai ai. hehehe! Mas tá bão!


Bom, deixa eu pensar na sobremesa da minha mamãe...


Como eu sei que quase ninguém le esse blog eu vou falar quem eu tirei no Amigo Secreto: JANE! XD


Ah! Você não conhece? HASUIhusE... Que pena!


Os Natais aqui de casa são dos melhores! =]


Muitas lembranças!


Bom, é isso. Hoje resolvi usar o blog da maneira como é mais usada, sendo um diário eletrônico. Não é a minha maneira preferida de usá-lo, mas... Era isso que eu tava afim de fazer hoje!


Portanto, mesmo vc não tendo a sobremesa da mamãe, ou a janta da minha vó, ou os bonecos do High School ... ou tenha tirado a Jane de amigo secreto, ou mesmo que vc não tenha dois gatinhos que nem abriram o olho pra dar mama, eu desejo a você um Feliz e Lindo Natal! Tudo de bom...


No ano novo eu volto com novidades!


Beijos!



P.s: Esqueci de falar! Ganhei de Natal uma pessoa maravilhosa. =] Que apareceu na minha vida como um presente mesmo. Um grande presente! =D